Uma Historinha Sem Graça

À ATENÇÃO DOS PODEROSOS…

Gostaria que estas palavras chegassem aos atuais senhores do poder, no País, no Banco do Brasil e na Previ.

Sempre fomos vistos como bons servidores de uma grande empresa que foi para nós uma excelente escola de contabilidade, administração e direito. Embranquecemos nossas cabeças, ajudando a construir, tanto do ângulo moral quanto do ponto de vista econômico-financeiro, esses colossais empreendimentos que são hoje o BANCO DO BRASIL e a PREVI,

Outras empresas e outros profissionais podem ter nos igualado, e até superado, em diversos aspectos; mas cumprimos nossa missão e não podemos nos calar diante do descaso por direitos nossos, adquiridos através da estrita observação da letra da Lei. Não é possível renunciar a isso, sem ofendermos nossa própria consciência, porque foi justo nas instruções da direção do Banco que fortalecemos nossos conceitos de obediência às regras do bom desempenho profissional.

Contudo, um clamor indignado se agita e cresce hoje na alma conjunta dos aposentados da PREVI. Cansados da batalha da vida, acordamos agora para protestar com força contra a imposição de resoluções polêmicas em cima de leis e estatutos límpidos, como vêm afirmando homens de notável saber jurídico, advogados ou não.

Não é um bando de irresponsáveis que se insurge agora contra o que vem ocorrendo em relação aos superávits da PREVI. Este blog pretendeu dar um nome a esse movimento: “A GUERRA DOS CABEÇAS BRANCAS”. O presidente da AAPREVI, MARCOS CORDEIRO DE ANDRADE, alertou sobre a inconveniência de nomearmos assim um movimento que não se pretende beligerante. Correto. A nenhum de nós agrada a idéia de ir à guerra contra o patrocinador de nossa caixa de previdência, em busca de direitos ameaçados, em pleno tempo do primado das democracias.

Ninguém deve perder a serenidade no trato de uma questão complicada como essa. Mas é também verdade que a situação assume as características de uma formidável batalha que não nasceu da vontade dos aposentados, a parte notoriamente ofendida e lesada. Ex-funcionários capacitados, juristas, economistas, vêm denunciando irregularidades constantes na construção desse processo autoritário de distribuição das sobras de caixa da Previ. A responsabilidade por esse estado de insurreição só pode ser debitada aos três gigantes opressores que não admitem entendimentos democráticos, transparentes, justos. Afinal de contas, a parte prejudicada entende de contabilidade e sabe em que coluna efetuar o lançamento correto…

Embora pertença também ao grupo que se julga desrespeitado em seus direitos, o autor deste texto vem procurando observar o cenário com toda isenção possível. Infelizmente, no entanto,  não lhe tem sido possível compreender a atitude do Banco e da Previ. Estamos acostumados à história, desde os tempos da CONTA MOVIMENTO, da extração da SUPERINTENDÊNCIA DA MOEDA E DO CRÉDITO (SUMOC) para formação do BANCO CENTRAL; da tentativa de sucateamento do BANCO DO BRASIL, pelos privatistas; das manobras de porão para envol-vimento da PREVI no consórcio preferido pelos detestáveis da República, na questão da VALE. Sempre foram razões de governo. Nunca de estado. Os governos sempre intentaram fazer uso político do Banco. Os funcionários sempre protestaram, sempre reagiram às intenções de desvio dos propósitos fundamentais da Instituição.

O que se consegue perceber, nessa possibilidade de observação imparcial dos fatos? Ora, o Banco, dito patrocinador, embora já agora patrocinado, deve ser também, acima de tudo, o grande pacificador das divergências internas que nos atormentam. Com extrema inteligência e sabedoria superior, assim se comportava a Direção Geral, nos bons tempos em que se preocupava principalmente com o fomento das atividades agroindustriais, com a distribuição da riqueza nacional, com a geração de oportunidades para empreendedores e, também, para seus funcionários, e não apenas com o lucro, a qualquer custo.

Naquele tempo, privilegiava-se o profissional mais antigo, experiente. A instituição era firme, sólida, acreditada. Errávamos, também. Não sabíamos atender bem à clientela, é verdade; mas a força moral da empresa sobrepunha-se a tudo. Com os ventos do liberalismo político-econômico, o Banco começou a valorizar os servidores mais novos e a encostar os mais antigos. Provavelmente, teve início aí uma ruptura, ou um distanciamento, entre as duas gerações de funcionários, até que, nos dias de hoje, os cabeças brancas chegam a se sentir como o lixo descartável de que o Banco simplesmente quer se ver livre. Contraditoriamente, o atual governo, de onde emana essa política sagaz e deletéria, não percebe que, aos poucos, vai se entregando à voracidade dos que torcem pelo desmantelamento da Instituição, para oferecê-la ao capital privado… a preço de banana.

O Banco erra lamentavelmente, nessa política impositiva e divisionista, calcada na força de seu gigantismo. Golias se deu mal. Aquiles também tem calcanhar. “Todo reino dividido contra si mesmo não subsiste”. Os aposentados começam a falar em direcionar seus interesses para outros bancos. Associações que já não privam da confiança de seus associados poderão assistir a uma grande debandada para outra entidade mais capaz de traduzir melhor as expectativas dos insatisfeitos. O GRITO DOS CABEÇAS BRANCAS já não tarda em se espalhar pela Internet (blogs, twiter e orkut) e chegar até as lideranças do sistema financeiro internacional. Não demora, e também entrará no assunto a grande imprensa, privatista por excelência e que nunca morreu de amores pelo Banco.

E o que faz o Banco? Simplesmente exige o cumprimento da Resolução 026 e se fecha em um mutismo incompreensível! Ora, instituições fechadas, autoritárias, geram desconfiança. Como então não compreender o estado geral de indignação que se instalou entre os que se julgam prejudicados? Por que razão não merecemos informações detalhadas e explicações claras? Há como falar em negociação sem exibição prévia dos números que caberiam aos assistidos? Se o patrocinador deseja reter para si, metade do superavit, aos associados deve ser proposta, igualmente, e no mínimo, a metade do direito que têm.  Mais 20%, apenas, parece longe disso!  E por que não um teto, que deveria ter existido desde a concessão do Renda Certa, para limitar dentro dos recursos disponíveis os valores a serem retornados tanto aos assistidos como ao Banco? Passando por cima de tudo isso, Governo, Banco e Previ não estarão promovendo uma cizânia e uma consequente indigestão nos próprios intestinos? Quando, e onde mais, neste planeta, é possível desrespeitar homens de cabeça branca que apenas reivindicam direitos amplamente julgados legítimos? Um desarranjo de tal porte, não abalaria a grande construção moral e econômico-financeira que devemos todos preservar e fazer crescer?  Estaríamos então assistindo aos primeiros movimentos de desmanche de um imenso sistema bancário que vai se firmando como um dos maiores do planeta?

É sempre sob os escombros da ganância que sucumbem os grandes impérios…

Senhores do poder, não subestimem a capacidade de reação dos aposentados da PREVI – e de seus dependentes, que acabarão entrando na luta, com a força de sua juventude, inteligente e hábil no manejo dos canais eletrônicos de informação. Não se esqueçam também da força da língua da imprensa. Ainda há tempo de fazer alguma coisa para evitar o pior? Então, é melhor  fazer…

PAULO MOTTA

  1. #1 por antonio carlos raposo em novembro 23, 2010 - 8:13 pm

    Prezados,
    Parabéns pela iniciativa.
    Mais do que nunca precisamos de gente “NOVA” disposta a lutar.
    O rumo dos acontecimentos tem feito surgirem diversas vozes de REAÇÃO.
    O problema é que ISOLADOS somos mais fracos, com menos poder de fogo.
    Mais do que nunca precisamos nos UNIR para poder oferecer uma RESISTÊNCIA à altura.
    Como as Associações que deveriam nos ORGANIZAR e MOBILIZAR continuam omissas, precisamos, URGENTEMENTE, que alguma entidade ATIVA , que tenha o mínimo de estrutura necessária, ASSUMA a COORDENAÇÃO DA NOSSA RESISTÊNCIA.
    Boa sorte!

    Raposo – São Paulo – SP

  2. #2 por PAULO MOTTA em novembro 24, 2010 - 11:41 am

    Obrigado, Raposo.

    Também acredito na necessidade de uma associação poderosa que nos represente. Não lhe parece que a AAPREVI está despontando? Por enquanto, acho que ainda não deve ter 800 membros. Se chegássemos a algumas dezenas de milhares ficaríamos bem. O Marcos batalha muito. Vai chegar lá.

    Um abraço.

    Paulo

  3. #3 por antonio carlos ferreira macedo em novembro 24, 2010 - 3:56 pm

    sim, concordo plenamente. deveríamos urgentemente fazer um movimento para nos aposentados retirarmos nossas contas correntes (emprestimos, poupanças, etccc….. ) do banco do brasil. quem se anima? eu não porque pouco conheco de internet mas tão logo um movimento assim seja lançado, eu com certeza irei atras.

  4. #4 por Juarez Barbosa em dezembro 11, 2010 - 10:31 pm

    Parabéns Sr. Paulo Motta pelo brilhante texto produzido, expressando com muita inteligência e competência as atuais relações desarmoniosas que ocorrem entre o BB(Governo), PREVI(subsidiária do BB) e nós, os PARTICIPANTES que ora acordaram e produzirão finalmente uma reação à altura das ações que contra eles andam sendo desenvolvidas. Mas nossa força depende de nossa união, também muito bem colocado por você. Parabéns mais uma vez. Aproveito a ocasião para solicitar a divulgação de meu novo Blog:
    http://www.previpb1emfoco.blogspot.com

  5. #5 por Jose Luiz Pereira Lamas em dezembro 14, 2010 - 2:20 pm

    Dignidade e ética, não existem mais no GOVERNO DE PLANTÃO do nosso querido BRASIL.
    Governo demagogo e entreguista – como os que os antecederam – e que continua de quatro pra agiotagem.
    Nivelam tudo por baixo, principalmente por aqueles que não tem mais honra, vergonha, respeito; ou nunca tiveram.
    As palavras do texto acima ( Paulo Motta), são oportunas e me deixaram mais encorajado para a luta.
    Com certeza, num primeiro momento, vou fazer um protesto judicial, não concordando com a quebra de contrato – ato juridico perfeito e acabado -repudiando toda a bandalheira governamental, num desrespeito a Constituição Brasileira e à Lei Complementar específica e clara, feitas por nossos representantes legítimos, em cima de uma resolução imoral, ilegal, esta última feita por órgao regulador, nunca legislador, um verdadeiro deboche ao mundo jurídico e das leis.
    Dizem! Mas vai levar 15 ou 20 anos no Judiciario. Não tem importância.
    Tenho Família e Netos.
    E mesmo que neguem nossos direito legítimos – o que não acredito – meus Filhos e Netos, saberão então – por derradeiro – com quem estarão lidando.
    E saberão reagir à altura, tenho certeza.
    O império do mal, um dia cairá, como tantos outros já cairam, na miseravel história da ganancia humana e que muitas guerras já provocaram.
    Momento triste na história da República, do Banco do Brasil e da Previ, porque dizem alguns, provalmente estão com alzeimer, por tanta loucura que estão cometendo.
    Vamos à luta.
    José Luiz Pereira Lamas.

    • #6 por Paulo Motta em dezembro 17, 2010 - 10:41 am

      José Luiz Pereira Lamas

      Sim, José Luiz., parece que os gigantes estão enfermos. Ou, então, este não é aquele mesmo Banco a quem servimos no passado. Como é possível que possa tomar tanta decisão polêmica assim? Também há impressão de que está encobrindo erros com outros erros. É claro que isso não vai terminar bem. Noutros tempos, aquela distribuição milionária da Previ seria apurada com rigor. Agora, o Patrocinador (ou Patrocinado?), passa por cima, omite-se e piora a situação distribuindo valores para quem não tem o mesmo direito dos aposentados, como é o caso do pessoal da ativa). Serão os primeiros indícios de desespero?

      Um grande abraço,

      Paulo motta.

  6. #7 por Leonidas Arapaho em dezembro 16, 2010 - 1:42 pm

    O fato é que ficamos muito no “nhém-nhém-nhém” e não fazemos nada. Não podemos mais confiar no BB, nem na Previ e muito menos no Governo. Além de darmos entrada em acões na justica contra essas injusticas que estão sendo cometidas, ainda poderíamos mandar um recado para um de nossos estupradores, o BB.Como ? Migrando para a concorrrência. Eu, de minha parte, já fiz isso…

  7. #8 por PAULO MOTTA em dezembro 18, 2010 - 9:42 pm

    Leônidas,

    Sim, amigo. A migração pode assustar. Outro êxodo que me parece importante é o das demais associações para a AAPREVI. Veja que a ANABB, por exemplo, deve recolher cerca de R$ 2.290.000,00, por mês, de seus mais de 100.000 associados. Enquanto isso, a pequenina AAPREVI não parece que não passa de R$ 10.000,00. Com a grandeza de caráter, o conhecimento e a disposição de luta do presidente Marcos Cordeiro, se a conseguíssemos fazê-la crescer bastante, estaria aí uma excelente ferramenta para alavancar nossos esforços. Uma receita do porte da que tem a ANABB, que decepcionou lamentavelmente no episódio do acordo, poderia viabilizar uma campanha maciça de concientização dos aposentados. À maioria chegou apenas a propaganda do Banco, da Previ e da Anabb. Muita habilidade e esforço de equipe precisamos agora para continuar lutando. Se estou entendendo alguma coisa, parece que ainda se pode fazer algo, nesse re-alinhamento do Plano 1. E nossos adversários (que ironia, já os defendemos tanto!) também tem calcanhar, como Aquiles…

    Um grande abraço

    Paulo Motta.

  8. #9 por PAULO MOTTA em dezembro 18, 2010 - 9:46 pm

    Leônidas,

    Correção da quarta frase de minha resposta: “… A pequenina AAPREVI parece que não passa…”

    Paulo.

  9. #10 por Leonidas Arapaho em dezembro 20, 2010 - 10:20 pm

    Prezado Paulo,

    Concordo contigo que também é importante fortalecermos a AAPREVI, associando-nos a ela.
    Minha decepcão com a anabb é grande e dela estou me desligando.

    Quanto à idéia de os aposentados e pensionistas migrarem para a concorrência, além da perda de negócios que o bb teria, um grande impacto seria quanto à sua credibilidade, pois, o mercado assim raciocinaria: “Se os próprios ex-funcionários não querem papo com o bb, imaginem as demais pessoas”.

    Enfim, temos que lutar com as armas que temos à mão está passando da hora de fazermos uma campanha nesse sentido. Obviamente a AAPREVI não deveria encabecá-la, mas, se formos repassando a idéia, quem sabe o movimento nào cresca..

    Um grande abraco

  10. #11 por PAULO MOTTA em dezembro 22, 2010 - 5:35 pm

    Leônidas,

    É isso, aí. Sinto uma tristeza muito grande de chegar ao ponto de ter de me colocar contra o Banco. No entanto, não é exatamente contra o Banco que estamos lutando. É contra essa nova geração de admnistradores. Em nosso tempo, seria diferente. O Banco daqueles dias jamais deixaria de mandar apurar aquela distribuição milionária da PREVI para NÃO APOSENTADOS. Vamos em frente. Se bem observarmos tivermos alguns ganhos, sobre outros aspectos. Um deles está sendo a disseminação e o crescimento dos blogs. Isso está fazendo com que nos conheçamos e nos fortaleçamos. Sinto uma emoção muito grande em poder me comunicar com vocês e trocar idéias sobre nossos assuntos comuns. E creio que, se continuarmos e se conseguirmos integrar nossos filhos e netos nessa luta, pode chegar um dia em que nos comunicaremos até com audio e imagem. Sou do ramo. Tenho um filho que praticamente nasceu dentro de um computador. Montamos uma empresa que vai crescendo. Já falamos em família e com amigos. Imagine o que seria uma reunião virtual entre nós. Não é um delírio. É possível. Quanto à ANABB realmente é hora de lhe dizer adeus…

  11. #12 por maria lobo em janeiro 14, 2011 - 1:38 pm

    Olá
    Como todos que aí falam do assunto tambem sinto as dores do superavit não pago até agora. Mas, de tudo q li me empolgou d+ a proposta do colega sobre a reunião virtual. Tem de chegar onde quem interessar possa, essa idéia. Boa parte da imprensa ia ficar apetitosa com um prato desses. Vamos lá minha gente. Já que q n temos a panela, vms jogar a tampa fora.

  12. #13 por Paulo Motta em fevereiro 5, 2011 - 2:50 pm

    Olá, Maria Lobo,

    Seu comentário passou-me despercebido. Somente hoje, relendo os posts, deparei-me com ele. Procuro não deixar nenhum sem resposta, pois é justamente essa interação entre todos nós o que temos de melhor para consolidarmos nossa união em torno de nossa causa comum. E você achou a expressão que eu procurava, há tempos: UNIÃO VIRTUAL. A idéia agora é concentrar nossos esforços pelo crescimento da AAPREVI. E a coisa tá pegando! Veja os comentários do post VAMOS TRABALHAR, de 30.01.11, no blog Previplano 1. É realmente muito emocionante esse contacto com gente como nós, que não conhecemos pessoalmente, mas com quem podemos nos relacionar virtualmente, sabendo que somos todos parecidos em nossas aflições e nossa história de vida! Quando a AAPREVI for uma associação grande, poderemos ter certeza que nossa voz será ouvida e nossos direitos plenamente reconhecidos. A palavra de ordem agora é essa UNIÃO VIRTUAL. Através da AAPREVI é que ela pode expressar todo o poder latente na revolta dos CABEÇAS BRANCAS, como também daqueles que já enbranquecem prematuramente seus cabelos sofrendo nas agências a transformação impiedosa que lhes vem sendo imposta. O Banco não era assim e não precisa ser assim. É preciso acordar o gigante, não para combatê-lo, senão para que perceba a existência de outros melhores e mais corretos caminhos para se adaptar às mudanças que a economia globalizada está exigindo. E nós temos força para isso.

    Um abraço no coração.
    Paulo Motta.

  13. #14 por vera lucia em fevereiro 14, 2011 - 1:01 pm

    Parabens Paulo Motta pelo conteudo claro, inteligente e principalmente pertinente texto. Concordo com todas suas posicoes e apesar de pouco entender de internet, acho que devemos nos unir sim, enquanto e tempo pois se ha de caminhar dessa forma, veremos nossa minguada parte da Previ ir para ralo abaixo. Conte com minha humilde colaboracao

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