A PRÓXIMA BATALHA

A PRÓXIMA BATALHA

Embora restrinja seu poder financeiro, a atitude da AAPREVI de não cogitar em aumentar a mensalidade nem, tampouco, realizar campanhas de arrecadação, é um dos grandes pilares da imensa credibilidade de que desfruta nossa associação.

Aí está uma inovação altamente positiva, que distingue a Entidade e seus dirigentes de outras que conhecemos, tradicionalmente dominadas pelo apetite de lucros e ganhos diversos, a qualquer custo. Essa postura, aliada à solidez moral de seus diretores e ao verbo certeiro e demolidor de nosso presidente consolidaram plenamente a confiança dos aposentados.

O que a AAPREVI já fez por nós vale muito mais que o pouco ou nada já fizeram a ANABB e nossos representantes-vírgula-quarenta-e-quatro-mil-por-mês. Trabalhar para o crescimento da AAPREVI não é a próxima batalha. É uma luta constante. Faça pois parte do dia-a-dia de nossas atividades. A AAPREVI é nosso grão de mostarda, a pequena semente que crescerá até que nossas frontes encanecidas possam conhecer a sombra da grande árvore que estamos plantando.

As manifestações públicas serão sempre novas batalhas, se necessárias. Mas também não são ainda a próxima. O panelaço, se o considerarmos não como um protesto barulhento para sensibilizar a sociedade, senão como o envio de uma embaixada de alto nível, credenciada sem protocolos nem burocracias, para adentrar, em nosso nome, a fortaleza de ouro da previdência imprevidente, se assim pensarmos, então, o evento foi, de fato, uma operação muito bem sucedida. O fundamental era anunciar ao Templo, face a face, que possuímos hoje nítida e sólida consciência de sermos os reais proprietários do tesouro acumulado lá dentro.

E isso aconteceu.

Quem não viu assim convém fazer uma nova leitura da situação criada, porque ainda poderemos precisar de mais alguma missão dirigida ao centro da toca dos gigantes – Brasília. Fora de nosso território, cuidado redobrado, que, como aqui dentro os sasserons, pululam na mídia espécies francamente desafetas nossas.

Entre os muitos bons profissionais de imprensa, existem aqueles que parecem escrever e falar apenas para satisfazer o grande público, como as mírians-leitão da vida, e não mergulham nas águas mais profundas das verdades que lhes não interessam. No passado, essa gente já despertou boa parcela da sociedade contra o Banco e seus funcionários ativos. Poderiam se sensibilizar com nossa causa? Nem todos, convenhamos.

Atendamos à voz da razão, eficaz e necessária, em alternância com os momentos de explosão emocional e os xingamentos incontidos. É um fato que tanto Marcos como João Rossi, Holbein e Russel, para falar apenas de alguns de nossos maiores, às vezes parecem jogar pesado com as instituições aposentadófobas que nos desrespeitam e iludem. No entanto, não se acordam gigantes com fala mansa e palavras delicadas. Somente o grosso rugir das feras chega a seus indiferentes ouvidos. Mas isso não significa dizer que somos apenas gritos e petardos. No panelaço, mostramos nossa capacidade de diálogo. Essa versatilidade, essa faculdade de passar do boxe verbal à diplomacia refinada, bem caracteriza nossos experientes aposentados, que aprenderam a enfrentar situações difíceis, no balcão de negócios bancários, por longos e longos anos dedicados ao crescimento do Patrocinador de nosso fundo de pensão.

E aqui, é bom voltar a perguntar: quem patrocina quem, nessa história do Superavit? Não é a Previ que hoje patrocina o Banco? Não somos nós que sempre patrocinamos a Previ?

E quem acha que bancário deve ganhar mal não tem noção da agilidade mental e da capacidade de decisão correta e rápida que se necessita desenvolver nessa injustiçada profissão. Diferentes, é claro, são nossos próprios representantes e diretores, que embora conheçam o valor profissional e ético do corpo funcional do Banco, insistem também em transformá-lo em capital humano inconsciente e escravizado, como se ainda fosse possível essa façanha em tempos de internet e de farta veiculação de informações. E menor idéia fazem nossos detratores lá de fora do desgaste e da tensão que esse acionamento diário e acelerado dos neurónios provoca nos profissionais do ramo. E menos consciência muita gente tem, ainda, de que merecemos aposentar-nos com dignidade e ter nossos direitos respeitados, como, de resto, disso carecem todos que dedicam dezenas de anos à existência e ao crescimento da empresa a que servem.

Este espaço é diferente dos demais blogs, mais especializados em informação atualizada, aqui o objetivo maior é a reflexão, a partir de tudo que tem sido possível beber na taça de sabedoria e conhecimento de nosso líder e de nossos bons comentaristas.

É verdade que incenso demais atrapalha e homens sérios como Marcos, João Rossi, Edgardo, Juarez Barbosa, Russel, Aristophanes, Holbein e outros, não precisam de muitos elogios para adquirir e preservar nítida noção de suas capacidades. Nunca é demais lembrar, no entanto, que nossos líderes, porta-vozes e conselheiros, embora saibam fazer seu trabalho, quando acertam o alvo com precisão, em magníficas estocadas, não podemos deixar de expressar nossa admiração por esses que têm se revelado heróicos combatentes e verdadeiros blindados morais, nesta formidável GUERRA DOS CABEÇAS BRANCAS.

Talvez aqui, Marcos, você venha puxar minha orelha, por voltar a chamar de guerra o maravilhoso movimento por você desencadeado e que, a rigor e de pleno direito, somente você pode nomear como bem queira. À vontade, Comandante. Sou um simples soldado voluntário em seu extraordinário exército de funcionários formados em ética, direito, administração, contabilidade, organização e métodos, na excelente Universidade que, no passado, sempre foi o Banco do Brasil. Infelizmente, porém, não vejo palavra melhor para qualificar essa explosão de inconformismo que hoje agita esses homens e mulheres valentes, cujo prazo de validade muita gente considerava vencido e, no entanto, levantam agora a admirável arma da desobediência civil diante desses inaceitáveis atentados a seu patrimônio.

É você, Marcos, o líder tão esperado e respeitado pelos desassistidos de Nossa Senhora da Caixa-Preta, para a qual pouco adianta rezar, mas muito vale mostrar nossa força. Não procuramos vencidos nem vencedores. Queremos somente direitos. Afinal, somos inequivocamente do bem. Estamos apenas injuriados com as vazantes que se multiplicaram na caixa-forte de nosso patrimônio e pretendemos inaugurar um novo conceito e um novo sistema de administração previdenciária, centrado na transparência, na solidariedade e na intenção pura.

Perdemos algumas batalhas, como alertou em um de seus textos nosso futuro presidente da PREVI (“benza, ó Deus!”), mas já vencemos outras e vamos sim ganhar esta guerra. Não tenho autorização para dizer o que disse e talvez venha aí outro puxão de orelha. Ocorre, porém, que vai ficando cada vez mais difícil segurar esse sonho lá no centro de discrição de cada um de nós. E fiquem todos tranquilos. Não tripudiaremos sobre os vencidos. A verdadeira vitória do homem há que ser em todos os sentidos, inclusive sobre si mesmo, proclamando a idéia do bem, da tolerância e da solidariedade universal acima de tudo.

Não há próxima batalha. Todas são lutas incessantes. Não haja trégua em nenhuma delas. A Ação de Inconstitucionalidade, o realinhamento do Plano 1, as eleições na Previ. Existe, sim, ao tempo de cada uma, aquela em que devemos fazer carga máxima. Seria, por exemplo, esta, agora, de levar o Marcos e o João Rossi à mesa de negociações – se eles se dispusessem, é claro – contornando, se é possível, as exigências do Memorando de Desentendimento. Como conseguir isso? Não sei. Sem eles, os poderosos vão nos massacrar novamente. Talvez a Federação de nossas associações possa e queira fazer alguma coisa.

Não há próxima batalha para nós. Todas são atuais. Não podemos nos distrair com nenhuma, pois que, enquanto desviamos nossa atenção de alguma, os gigantes estão lá, acordados sempre, imaginando novas estratégias de combate contra nossos direitos.

Paulo Motta.

  1. #1 por Marcos Cordeiro de Andrade em março 1, 2011 - 11:11 pm

    Prezado Paulo Mota.
    A AAPPREVI tem muito a agradecer a você e ao Juarez pelo que têm feito pela grandeza que se prenuncia, pois nenhuma associação é maior que os seus seguidores, admiradores e colaboradores. No nosso crescimento nada é mais patente que o incentivo que esses dois Blogs nos direcionam. E longe de nos envaidecer, as palavras que gastam enaltecendo o nome, nos cobram a responsabilidade de permanecer no rumo traçado. A AAPPREVI veio ao mundo para ser diferente. E consegue sê-lo agindo diferentemente, mas dentro da igualdade guardada nos conceitos implícitos nos Estatutos de todas que as determinam como Sociedades sem fins lucrativos. E o que diferencia a AAPPREVI é justamente isto – ela segue os preceitos estatutários e cresce como Associação voltada unicamente para servir aos seus associados e, assim, emprega toda a arrecadação em benefício destes, unicamente, guardando para si apenas o imprescindível ao custeio dos seus fundamentos. Nenhum louvor cabe aos dirigentes, porque apenas cumprem com o dever assumido. E todo o mérito do que conseguimos realizar é devido aos sócios adquiridos com a ajuda inconteste de colaboradores como Paulo Mota e Juarez Barbosa, entre tantos outros. Estes aqui nominados por gerir dois influentes Blogs formadores de opinião entre todos nós, aposentados e pensionistas do PB1, da PREVI.
    Muitíssimo grato a todos pelo que estão conseguindo fazer da AAPPREVI.
    Atenciosamente,
    Marcos Cordeiro de Andrade
    Presidente Administrativo da AAPPREVI

    • #2 por Maria Helena G Leal em março 2, 2011 - 1:12 am

      Sr Paulo Motta.
      Que bom mais um blog em nossa defessa.Desejo-lhe muita sorte e pasciência. As pensionistas estão morrendo de fome com esse salário minguado. Ajuda por favor.Estou na AAPPREVI, e Marcos tem sido um anjo.
      Abraços. Lena.

  2. #3 por Edgardo Amorim Rego em março 2, 2011 - 1:18 am

    Paulo Motta

    Passei por aqui e li. Espero que consigamos tornar o nosso espaço, um local de liberdade e de desemvolvimento cultural e cívico. Gostaria que o nosso meio social se tornasse um lugar de cidadãos livres, corretos, esclarecidos,generosos, solidários, profícuos e felizes. Utopia? Todo sonho é utopia. Mas, muitos sonhos se realizam!…
    Um abraço do
    Edgardp

  3. #4 por mariano branquinho em março 2, 2011 - 7:11 am

    Parabens colega Paulo Mota, gostei muito do seu blog, o qual está em defesa dos aposentados e pensionistas. Continue assim, sempre de mãos dadas com o Marcos< Rossi, Gilvan, Isa Musa, Juarez, Medeiros, e tantos outros.
    Abraços Mariano Branquinho

  4. #5 por Juarez Barbosa em março 2, 2011 - 9:22 am

    Prezado Paulo Motta,

    Mais uma matéria produzida por você, merecedora de destaque (inclusive a coloquei no meu Blog, na coluna “Matérias em destaque”) e de muitos elogios.

    Nossa luta continua no sentido de agigantar nossa AAPPREVI. Quando isto se tornar realidade, e espero que seja num intervalo de tempo o menor possível, poderemos então assumir parcela importante de poder dentro da previ e fora dela, nas entidades que nos representam, destacando-se a FAABB e a AAPBB.

    Hoje percebemos claramente que nossa luta não deve estar centrada contra a Previ e o patrocinador Banco do Brasil, que se tornaram meros porta-vozes dos poderosos agentes governamentais.

    Devemos buscar apoio no legislativo federal e nos meios de comunicação de massa, fazendo-os perceber que nossa luta é mais que justa. Buscamos seus apoios para, sobretudo, obrigar o governo federal a rever sua filosofia com relação aos fundos de previdência complementar, valorizando políticas promotoras do bem estar social via incremento de poder aquisitivo de seus participantes e assistidos.

    Os vastos recursos existentes em tais fundos, destacando-se o nosso no cenário nacional, já são empregados no desenvolvimento do país através da alocação de seus recursos nas grandes e emergentes empresas nacionais, incrementando também sua poupança interna; também grande parte de seus recursos estão empregadas em agentes financeiros, que ampliam suas políticas creditícias, tornando o giro de nossa economia interna a cada dia mais vultoso.

    Nada mais justo então que nossos capitais pessoais empregados ao longo de nossas vidas laborativas na formação do imenso patrimônio existente nos fundos de pensão, rendam “frutos” abundantes capazes de garantir uma aposentadoria digna a seus merecidos investidores, participntes e assistidos destes fundos.

    Esta deve ser nossa luta ferrenha. Fazer com que o governo remunere melhor os seus formadores de poupança interna e promotores do engrandecimento de nosso País, salve melhor juízo.

    Um fraterno abraço, companheiro de luta.

  5. #6 por superavitsprevi em março 2, 2011 - 12:28 pm

    Abrir o blog e me deparar com as palavras de Marcos, Lena e Edgardo é demais para mim! Haja coração! Em minhas fantasias, Marcos, a Santa Aliança reencarna agora na AAPREVI. Se você recebeu o e-mail sobre o livro que lhe mandei (marcosmca@yahoo.com.br) e quiser conhecer a mais bela obra que um ser pode fazer em favor de seu semelhante, vai entender o que estou falando. “Nenhuma associação é maior que seus seguidores”. Bela frase. O belo sempre está na simplicidade. Veja o que acontece quando a Associação se julga maior que seus membros. Aí estão Previ e Anabb, para exemplificar essa distorção. Outro trecho beleza é aquele para o Dr. Salomão, que começa assim: “Não me cabe dar aula de jurisprudência…” e termina desse jeito: “… mas que não troco pela coleção de canudos e diplomas que por certo enfeitam seu utilíssimo escritório”.
    E você, Lena, conheço-a bem. As pessoas a quem ajuda, as coisas que diz.. Tenho a intuição de que não demora muito vou poder ajudá-la a ajudar, que, claramente, é o que você mais gosta de fazer. Não sei bem como será, mas tenho a impressão de que vem alguma coisa por aí…
    Edgardo, você consegue fazer filosofia com o superavit. Fantástico! Adotei-o como Mestre. Dentro de alguns dias, pretendo submeter um texto a sua apreciação e crítica. Não é sobre o superavit. É outra coisa. É dentro daquilo que você disse de tornar nosso espaço em local de desenvolvimento cultural e cívico. O Banco precisa voltar a ser aquela grande família que nos abriga a todos, sempre refletindo um exemplo de trabalho honesto e solidário com os injustiçados, quer dentro quer fora de nossa grande Casa. Somos todos irmãos e temos ainda muito a fazer não só por nós próprios como para a sociedade em que vivemos.
    Um abraço a todos.
    Paulo Motta.

  6. #7 por superavitsprevi em março 2, 2011 - 12:33 pm

    Mariano Branquinho,

    Claro, Mariano, sempre de mãos dadas com todos eles que você mencionou e muitos outros ainda. Já li comentários seus. Estamos formando uma grande cadeia. Isso vai ficar forte!

    Um grande abraço,

    Paulo Motta

  7. #8 por superavitsprevi em março 2, 2011 - 4:39 pm

    Juarez,

    É uma honra ter meu texto em sua coluna de destaque. Obrigado. Sim, é preciso fazer ver aos governos, principalmente o nosso, a importância que têm os fundos de pensão no cenário econômico nacional, sem necessidade de sugá-los da forma como Brasília vem fazendo. Essa gente não entende que a melhor forma de estimular uma instituição que apresenta claros sinais de crescimento é respeitar os direitos de seus membros? Essa geração de dirigentes nossos parece que vêm dormindo em berço explêndido há muito tempo. Agora a voz tronitroante dos CABEÇAS BRANCAS começa a reverberar nos templos de ouro abarrotados de riquezas geradas por nós. E o que mais vem me impressionando é a grandeza moral desses muitos dos nossos que vão surgindo dia-a-dia. Os gigantes se esqueceram que do lado de cá há um contingente enorme de gente experiente, bem informada e, sobretudo, bem intencionada, gente honesta formada em uma grande escola, e que entende muito de números, balanços e cálculos. E todo esse arsenal de conhecimentos começa a funcionar como potentes torpedos continuamente lançados no território eivado de minas que vinha sendo preparado na calada de nossos pseudo-representantes. A PREVI precisa é de gente como você, o Marcos e muitos outros que fervem em nossos blogs.

    Adiante, amigo. Estamos juntos até o fim.

    Paulo Motta.

  8. #9 por superavitsprevi em março 3, 2011 - 3:25 pm

    Edgardo,

    Sobre seu texto A CONSTITUIÇÃO DO BEM ESTAR SOCIAL, no blog previplano1, tenho um caso concreto para você. Uma pessoa conhecida, encontra-se em um difícil momento da vida. Sua renda mensal caiu drasticamente e passou a viver apenas com a aposentadoria por invalidez (um salário mínimo).Seu problema é a perna direita, que não dobra com facilidade. Não consegue ajuda, porque praticamente só se locomove de carro e, como já teve boa situação financeira, ainda projeta uma imagem de classe média alta. Sua filha está deixando a faculdade, por não conseguir arcar com os custos. Está pleiteando emprego público, para completar a renda, que mal dá para abastecer o veículo, comprar remédios e alimentos. Pede-me para pesquisar se existe alguma lei que estabelece cotas para deficientes em repartições públicas. Existe isso?

    Sobre o espaço cultural, gostaria de lhe mandar um texto de minha autoria, que já está correndo entre alguns amigos e conhecidos, a quem venho pedindo uma crítica isenta, antes de publicar. Pela amplitude de sua visão de mundo, gostaria de submetê-lo a sua avaliação. É obra densa e contundente. Na Idade Média, meu destino certo seria a fogueira. Hoje, não, é claro. Mesmo assim, como toca em aspectos sagrados do sentimento de religiosidade das pessoas mais conservadoras, venho procurando antecipar a reação que possa provocar. É difícil fazer dinheiro com literatura, sei disso. No entanto, como o tema é provocante e atinge a todo ser humano, a intenção é gerar recursos para a ONG SOCIOAMBIENTAL ECOVIDA, que mantenho. Se você me mandasse seu e-mail, eu lhe remeteria o exemplar virtual. O trabalho já está em poder do Marcos Cordeiro, que se ofereceu para ajudar a divulgá-lo. Pedi-lhe que lesse apenas um trecho e ele me respondeu que já devorou várias páginas. Ora, se o Marcos achou interessante, é sinal de que a obra tem algum valor. Inteligências de seu porte e do Marcos são mais que suficientes para me dizer se devo ou não soltar a bomba na praça.

    Um abraço fraterno de seu discípulo,

    Paulo Motta.

  9. #10 por Edgardo Amorim Rego em março 3, 2011 - 6:16 pm

    Caro Paulo Motta

    Meu e-mail é raedgardo@hotmail.com
    Envie-me seu texto e o lerei com muita satisfação. Garanto-lhe fazer-lhe minha crítica sincera. Isso não significa que será, se favorável, uma indicação segura de sucesso no grande público. O amigo sabe que nosso público aprecia assuntos como o de Paulo Coelho.
    Já no que se refere a emprego público para deficiente, leia:
    Constituição Federal Art.37-VIII,Lei 8112/90,Decreto 3298/99 (regulamenta a Lei 7853/89), e o site ww.soleis.adv.br
    Muito sucesso em seus empreendimentos.
    Um abraço amigo e incentivador
    Edgardo
    .

  10. #11 por Paulo Motta em março 5, 2011 - 9:15 pm

    Edgardo,

    Enviei. O texto está passando pela última revisão.
    Ainda constam alguns pequenso erros de digitação

    Um abraço fraterno,

    Paulo

  11. #12 por antonio barreto em março 12, 2011 - 8:02 pm

    Paulo Motta,
    parabens pelo seu blog
    trazendo informações e movimento cultural

    abcs

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