A OBRA-PRIMA DE NEREU

A OBRA-PRIMA DE NEREU

A carta do “Abominável Homem do Lago Nereu” provocou um abalo sísmico em escala jamais vista no Blog Previplano1!

Um dos efeitos positivos que isso pode ter agora é mostrar à Isa e ao pessoal da FAABB que o pedido de expulsão da AAPPREVI não pode ser levado a sério. O autor lembra tanto o “Abominável Homem das Neves”, como o “Homem-Monstro do Lago Ness”; no entanto, na realidade é um extraterrestre, originário de alguma galáxia desconhecida, cujos habitantes encontram-se a anos-luz da possibilidade de compreender o que são problemas previdenciários deste planeta.

Não há dúvida! Mas tudo isso não tem problema nenhum. O pior é sua estranha paixão pelo Sasseron. Essa confissão o inabilita decisivamente como amigo dos aposentados e pensionistas.

E alinhar-se com seus pensamentos é simplesmente confessar, também, de vez, total falta de conhecimento dos reais interesses dos desassistidos e subserviência irrestrita a seus adversários, navegadores de outras órbitas distantes, igualmente, ou habitante imaginário de lagos profundos na Escócia ou no Himalaia. Mais ou menos por aí. Deve ser… Sei lá!

A Federação com certeza tem mais o que fazer e não deveria ocupar-se com delírios de seres alienígenas.

A questão ES-150/150 já é indiscutível. Atenderá à maioria e ponto final. Diante de uma eventual negativa de atendimento, a PREVI, os sasserons e os nereus, estejam certos de que a carga de indignação que hoje suportam será imediatamente elevada à categoria de ódio incontrolável e perene.

O que teria a PREVI a ganhar com um ato declaratório de tamanha inversão de suas responsabilidades para com seus assistidos? Mais aumento para os diretores? Mais admiração dos nereus? Por essa via da desconsideração total, cada vez mais parece que o império sasserônico aproxima-se do fim. A Diretoria da PREVI, multiplicando suas contradições ao infinito, promove inadvertidamente sua total desintegração moral e uma divisão interna cada vez mais radical. BANCO e PREVI, de um lado, autodistribuindo-se superávits, concedendo aumentos a seus prepostos, nadando confortavelmente em ouro alheio; aposentados e pensionistas, de outro, cada vez mais endividados, cada vez mais indignados, sem respostas, sem amparo, sem nada!

Isso é que é Patrocinador? Isso é que é Fundo de Pensão? AFINAL, PARA QUE SERVE E A QUEM PERTENCE UM FUNDO DE PENSÃO?” Já não mais sabemos. O Artigo 1º do Regulamento do Plano de Benefícios 1 diz ser objetivo do Patrocinador, através da PREVI, zelar pelo bem estar dos empregados e respectivos dependentes. O que significa isso? Também ignoramos. É extremamente difícil entender a situação absurda a que os dirigentes da PREVI estão se conduzindo a si mesmos e a todos nós.

Reina profundo mal-estar no universo em desencanto dos desassistidos, e os gigantes nem sequer acenam com alguma possibilidade real de conciliação das diferenças, para solução do desconforto geral.

É o que sabemos.

Houve um tempo que não era assim. O problema começou quando passamos a ser carimbados como empregados. Em minha casa, mesmo a faxineira é chamada de FUNCIONÁRIA – e tratada como tal. Empregado, para os poderosos de hoje, é pouco mais que um escravo.

Nereus e Sasserons caminham para acender dois rastilhos notoriamente desinteressantes para seus próprios senhores: a expulsão da AAPPREVI e a recusa dos 150/150. A primeira fará de Marcos Cordeiro um ícone. A segunda poderá ensejar a Declaração do Estado Geral de Indignação Constante, no Reino dos Cabeças Brancas.

Assim seja… ou não!

Paulo Motta.

  1. #1 por Rogério Luiz Carvalho em setembro 14, 2011 - 8:24 am

    Excelente Paulo, parabens pela síntese correta dos fatos, acho que estão mexendo muito com os cabeças brancas. Abraços, Rogério Luiz Carvalho.

  2. #2 por Manoel Sales de Oliveira em setembro 14, 2011 - 10:19 am

    Bom Dia. Essa de expulsão da AAPPREVI nada mais é do que um simples desejo de uma pessoa cheia de querer, de mimo; de uma pessoa que ainda reflete em si o passado de infância, de pre-adolencência quando eram feitos todos seus desejos de pirraças. Ele pode não ter mais tempo para amadurecer, mas tem plena compreensão de seus atos, de seu desespero quando faz esse tipo de coisa e cai em si. Esse tipo de pessoa sofre muito. Aliás, esse é um problema de ordem Psicológica importantíssimo. Vamos em frente AAPPREVI!

  3. #3 por superavitsprevi em setembro 14, 2011 - 2:06 pm

    Rogério,

    Alguma coisa me diz que estão começando a perceber que estamos crescendo e devemos ser respeitados. Estamos indignados, gritando, xingando; mas também sabemos pensar, questionar, pesquisar e dialogar. Não demora muito e haverão de perceber que é melhor conversar conosco,com boas intenções e em pé de igualdade. Não nascemos ontem. Trabalhamos detrás das mesmas mesas. Entendemos do assunto. Vamos longe…

    Um abraço fraterno,

    Paulo Motta.

  4. #4 por Juarez Barbosa em setembro 14, 2011 - 5:09 pm

    Parabéns companheiro Paulo Motta, por mais este excelente artigo produzido. Tomei a liberdade de publicá-lo também em meu Blog, para aumentar sua recomendadíssima leitura.

    Peço que leia os dois comentários lá feitos por anônimos e outro feito por mim em sua defesa. Eles acham que você “pegou pesado” com o Sr. Nereu.

    Um forte e fraterno abraço.

  5. #5 por ANTONIO OLIVAES em setembro 14, 2011 - 10:33 pm

    Sobre os comentários do Rogério e do Paulo insisto que o Senhor Nereu é apenas a caneta. Li a carta que este senhor encaminhou ao Diretor Sasseron da Previ e percebo um pouco sobre o tipo de pessoa que estamos dedicando boa parte do nosso tempo nos últimos dias e penso que estamos perdendo tempo. Na verdade, estamos enchendo a bola de um Zé-ruela. Vejam, dá para entender que alguns colegas na reunião de Xerém possam se posicionar próximos ao Marcos e passar a provocá-lo como se fossem um grupo de adolescentes que desafiam alguém por estarem em um grupo e alterados por já terem ingerindo alguma quantidade de alcool? Na verdade, um grupo de covardões, paus mandados, frouxos e, desculpem o termo, bundões que se agigantaram pela soma e não pelas individualidades. E pergunto, é assim que somos? E porquê o Diretor aguardou aquela reunião e escolheu até o momento para apontar o Marcos como desagregador. Triste, muito triste para todos nós, mas estas ações, entendo, são o combustível para a construção da carta de expulsão da AAPPREVI. . Ficamos menores com o que fizeram com o Marcos em Xerém. E ficaremos menores ainda se consumaram a expulsão. Perderemos todos. Como membros do PN1, como ex-funcionários, como seres humanos. Não podemos nunca aceitar que todos sejam aceitos apenas porquê concordam com tudo que é proposto ou apresen0tado. Temos todos o direito de discordar mas quando discordamos somos ignorados. E o pior, aqueles que deveriam procurar unir, estreitar as relações, reduzir as diferenças se omitem. Se encastelam. Utilizando um termo popular tem gente que está cuspindo no prato que comeu. Espero que não tenham que, novamente, comer no prato em que cuspiram.

  6. #6 por superavitsprevi em setembro 14, 2011 - 10:57 pm

    Juarez e anônimos das 08:10 e 9:31h, no blog PREVIPB1EMFOCO:

    Primeiramente, agradeço suas palavras de defesa, Juarez. É o que você disse. Mas entendo também a reação de vocês, colegas anônimos. As críticas que me fizeram têm fundamento. Logo depois que enviei o post, reli-o e achei que realmente havia me excedido. Afinal, o autor trata-se de um ser humano que tenta também ajudar, embora pense de uma forma diferente. Não pretendo me justificar aqui; senão apenas explicar-me. Aposentei-me bem e tenho outro negócio. Não sou rico. Apenas tenho um bom patrimônio e uma renda mensal acima da média. Minha participação nos blogs deve-se apenas ao fato de não saber que havia tantos aposentados e pensionistas recebendo tão pouco e passando tamanha aflição. Minha luta é por todos esses injustiçados. Isso me dói. Não me conformo. Mas vejo agora que também me cega. Acredito que muitos dos que estão hoje nessa situação difícil devem ter tido um merecimento muito maior que o meu em se aposentar bem, por tudo que devem feito pelo Banco. Logo, em causa própria, jamais usaria aquelas expressões. Creio que o fato de estar obcecado pela ideia de ajudar a sensibilizar os gigantes acabou me levando a não perceber que estava avançando no terreno sagrado da auto-estima alheia. Admiro e defendo o trabalho do Marcos, assim como o seu, Juarez, o do Edgardo e o de muitos outros; mas, na verdade, minha revolta não é contra o Nereu, que vejo agora massacrado e talvez até sofrendo com o bombardeio pesado que hoje suporta. Minha insatisfação é contra esse estado de coisas que o Governo, o Banco, a PREVIC e a PREVI criaram. No entanto, a ansiedade em ajudar a gritar impediram-me de perceber que um ser humano, ainda que se posicione de uma forma tão contrária aos esforços de seus colegas, em uma causa tão justa e tão premente, não pode ser desrespeitado em sua dignidade pessoal. Exagerei, sim. Penso que o Nereu precisava de uma cutucada para entender que não estava indo pelo caminho certo. Mas não precisava ser daquele jeito. Acho que mereci as críticas. Baixo a cabeça.

    Paulo Motta.

  7. #7 por superavitsprevi em setembro 15, 2011 - 11:40 pm

    Olivaes,

    Compreendi. O epísódio de Xerém foi realmente lamentável. Sabemos que o Marcos segura uma barra pesada. É possível criticá-lo, que ninguém é perfeito. No entanto, sua obra é digna de respeito e admiração. Entendo que devemos atuar sempre como fiéis escudeiros seus e multiplicadores de sua grande criação, que é a AAPPREVI, porque não há notícia de uma entidade que cobra tão pouco para fazer tanto, com um zelo e uma honestidade que realmente merece o que de melhor podemos fazer para ajudá-la a crescer. Por tudo isso, cheguei até a me exceder contra o Nereu. Alguns anônimos me puxaram a orelha, com justa razão. Indignar-se é preciso; senão o grito não é ouvido e o protesto se desviriliza. Mas devemos estar sempre atentos e manter a serenidade, quando o sangue começa a ferver, diante desses absurdos que se cometem.

    Um abraço,

    Paulo Motta.

  8. #8 por ANTONIO OLIVAES em setembro 16, 2011 - 12:42 pm

    Caro Paulo, peço desculpas na desqualificação que fiz daquele Senhor. Mas não aceito o desrespeito com que tratam o Marcos e a AAPPREVI. Já disse e repito: ninguém tem obrigação de aceitar as proposições de ninguém. Eu mesmo tenho uma posição sobre o ES que prefiro não declarar mas sinto que esta posição acaba esmagada pelo clamor de diversos colegas e pensionistas que necessitam deste aumento. Veja a carta do Senhor Sasseron. Porque não se manifestou em junho ou julho? Porque agora, às vésperas de uma eleição da qual ele é um dos pleiteantes a cargo na ANABB? Falta diálogo, falta retorno, falta transparência, falta basicamente, respeito. Se houvesse respeito a Senhora Elaine Michel não teria sido agredida por um Vice-Presidente da ANABB. Se houvesse respeito, mesmo agredida ela seria defendida por outros diretores o quê não aconteceu. Se houvesse respeito, o Marcos não teria sido ofendido em Xerém e eu não precisaria faltar com o respeito chamando-os de bundões. O Marcos pega pesado? Claro que pega! Também, precisa berrar para ser ouvido. E nós, seus seguidores, é claro que berramos juntos. A AAPPREVI é uma associação relativamente nova. Como me aposentei há pouco, sinto-me um pouco, cria da AAPPREVI. Assim, berro junto. Se houver diálogo e respeito, continuaremos com diferenças mas com certeza encontraremos meios de construirmos juntos caminhos que busquem soluções para nossos problemas, afinal somos todos do PBN1. Respeitem-nos que serão respeitados. Caso contrário, como diz o ditado popular: Bala trocada não dói. E se continuar assim perdemos todos nós.

  9. #9 por Paulo Motta em setembro 16, 2011 - 1:54 pm

    Olivaes,

    Gosto da forma que você se expressa. Se quiser conversar algo extrablog, meu endereço é motta.paulob@gmail.com. O adjetivo “bundões” que você usou não me pareceu tão pesado assim. Creio que minhas expressões foram realmente mais cruéis. Mas foi falta de atenção de minha parte. Quando escrevi nem me passou pela cabeça que do outro lado estava um ser humano que não conheço e deve ter lá seus motivos para pensar daquela forma. Gosto de respeitar isso; o assunto, porém, não poderia passar em branco. O Marcos pega pesado, mas acho que ele tem de fazer isso. Vejo-o como o centro de nosso movimento. Se ele falasse manso somente, não teríamos crescido até aqui. O que você disse neste último comentário também me causa indignação. Esse caso da Elaine é um absurdo! Isso deveria ser levantado com força, agora, antes das eleições. Não?

    Paulo Motta.

  10. #10 por Paulo Motta em setembro 16, 2011 - 1:56 pm

    Manoel Sales,

    Quero comentar seu texto com mais calma. Estou no sufoco. Aguarde, por favor.

    Um abraço,

    Paulo Motta.

  11. #11 por Paulo Motta em setembro 16, 2011 - 2:02 pm

    Atenção:

    O Juarez Barbosa criou uma sala de reuniões e debates, no blog http://www.previpb1emfoco.blogspot.com/. Ainda não pude acessar; mas deve ser muito interessante, porque o Juarez sabe das coisas.

    Paulo Motta.

  12. #12 por Claudia Oliveira em setembro 16, 2011 - 9:41 pm

    Meu querido Paulo Mota
    Depois de ver todos os blogs com os pedidos sofridos de emprestimos de quese todos, venho pedir a voce que endosse esta idéia minha. Quero uma petição publica que , a priori, refute qualquer ato governamental usando a nossa Previ como meio. Ou seja, quero trancar a porta antes que ela seja arrombada. O banco do Brasil, nos roubou o direito de contestar qualquer decisão do banco ou do governo a respeito de usar o nosso fundo como alavanca para seus projetos. Não quero trem bala. A única maneira que tenho de negar eese trem é essa petição, que vai dizer que os donos não o querem. Vamos fazer isto o mais rápido possivel. Antes que eles comecem. E se forem ditatoriais e quizerem faze-lo teremos pelo menos deixado o recado.
    PETIÇÃO PUBLICA CONTRA ROUBO.
    Claudia do Rio

  13. #13 por iolanda em setembro 17, 2011 - 3:09 pm

    Me desculpem! Mas a onde o senhor Paulo errou?
    Seu Nereu, Isa Musa, Sasseron e cia não passam de bandidos. São
    quadrilhas!! Ou existe outro nome para quem comete esse tipo de crime?

    VIVA AAPREVI!! METEM A PORRADA MESMO!! E CHEGA DE “NOVE HORAS”!!

    Foça Paulo! Força Marcos! Força Juarez! Força Edison!

    Que Deus nos ajude.

    Abraços a todos.

  14. #14 por iolanda em setembro 17, 2011 - 7:12 pm

    Desculpem errei: AAPPREVI E FORÇA.

    Perdoa senhor Paulo Motta, mas não consigo ver a onde o senhor “pecou”

    Abraços.

    Iolanda

  15. #15 por Paulo Motta em setembro 17, 2011 - 11:11 pm

    Manoel Sales,

    É. Freud também explica. E bem, porque realmente tem muito a ver. Conteúdos inconscientes de situações não resolvidas nas fases próprias permanecem atuando na idade adulta. O fato de a pessoa sofrer é que nos lembra o dever do respeito. Nereu foi infeliz por se posicionar na contramão, nos dois casos. Porém, se somos capazes de compreender como se organiza a psique humana, em permanente conflito interno, devemos também saber procurar outras formas de ser firme e incisivo, sem reduzir a zero alguém que precisa de uma boa sacudida para perceber que está tomando um caminho equivocado. A consciência de tais aspectos me informa que realmente posso ter me excedido. E a abordagem do ponto de vista da Psicologia, que você propôs, expande o horizonte dessa compreensão.

    Valeu, amigo.

    Viva e cresça a AAPPREVI!

    Paulo Motta.

  16. #16 por Paulo Motta em setembro 17, 2011 - 11:16 pm

    Doce Cláudia,

    Vou pesquisar essa possibilidade da Petição Pública. Juarez Barbosa entende do assunto. Por favor, aguarde, que em alguns dias dou-lhe um retorno.

    Um abraço.

    Paulo Motta.

  17. #17 por Elisabeth em setembro 18, 2011 - 11:22 am

    Olá Paulo,
    Estou com a Cláudia, se querem trem bala vão buscar bala em outra agulha, não na Previ. Se querem Copa vão buscar em quem se beneficiara desse evento, não nas econômias de aposentados. Se precisam de aeroportos procurem verba nas Cias Aéreas ou com os mega empresários, mas não batam nas portas da Previ. Cortem os gastos públicos, que tal imitarmos a Suécia na forma de tratar seus políticos, já que nossos impostos são até maiores, político lá mora em 16m² ou 8m².
    Elisabeth

  18. #18 por Paulo Motta em setembro 19, 2011 - 8:29 pm

    Iolanda,

    Recebi algumas críticas sobre a questão do Nereu. Entendo que ele envereda por caminhos demasiado estranhos, porém, será que tenho direito de agredi-lo com comparações tão contundentes? De outra parte, acho que, às vezes, a linguagem deve ser forte, pesada mesmo, senão ficamos empacados, falando mansinho, assistindo impotentes à devastação que a invasão sindicalista promove em nossas instituições, outrora respeitáveis e sensíveis a nossos problemas. O que estão dizendo sobre a ANNABB, por exemplo, nunca parece injusto, porquanto se trata de uma organização, uma entidade impessoal, transformada em uma autêntica máquina de produzir ou justificar incursões em nosso patrimônio. Aí, não! Que o ser humano erre, é compreensível; daí a necessidade de respeitar a pessoa e combater a idéia. Mas a uma instituição, administrada por diretorias e conselhos racionais, não há como conceder o benefício da compreensão e da tolerância. Órgãos deliberativos não podem se deixar dominar por sentimentos. Ou decidem em virtude da razão e do senso de justiça ou sejam prontamente desarticulados e reconstruídos. Nossas organizações estão se transformando em gigantes poderosos, insensíveis e destruidores de nossas suadas economias. Quanto mais alto gritarmos mais possibilidades de ser ouvidos teremos. Os animais agem assim e nos ensinam. Acuados por um inimigo mais forte, produzem todo barulho possível.

    Um abraço,

    Paulo Motta.

  19. #19 por Paulo Motta em setembro 19, 2011 - 8:31 pm

    Elizabeth,

    Também simpatizo com a tese da Cláudia. Estou à procura de um tempo para estudar o assunto.

    Paulo Motta.

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